quarta-feira, 6 de março de 2013

Isla Negra Chile

Imaginava eu que Isla negra era numa ilha, mas não é, Isla negra é uma cidadezinha litorânea ao sul de Valparaíso e a principal atração é a casa de Pablo Neruda o famoso poeta chileno.
Partindo de Santiago a viagem é rápida, não vou chutar um tempo, pois como disse no post anterior, essa viagem foi feita em 2011 e a memória não é tão boa assim, mas me lembro bem que fomos e voltamos no mesmo dia, aliás ficamos todos os dias hospedados em Santiago e iamos e voltavamos dos passeios todos os dias.
 

A casa de Pablo Neruda

Encantada, essa é a palavra que define meu sentimento em relação a casa de Pablo Neruda, que hoje é um museu e conta a história do poeta mais famoso do Chile.
A visita foi guiada e a história do poeta nos foi contada de forma que era muito fácil imaginar o estilo de vida daquele homem polêmico e apaixonado.
Neruda começou a construir a casa em 1953 para Matilde Urrutia, sua amante na época. Para homenageá-la, Neruda batizou a casa de La Chascona (“A descabelada”), apelido carinhoso que ele havia dado a Matilde por causa da abundante cabeleira ruiva da moça.
A Casa Museu La Chascona reúne em seu interior móveis, objetos antigos e uma pinacoteca que revelam momentos íntimos da trajetória do escritor e de sua amada. Logo na entrada, avistamos um agradável jardim, que Matilde cultivou até morrer.
O poeta era rico, polêmico e colecionava de tudo um pouco, garrafas, conchinhas do mar, taças e copos, barquinhos , tudo era colecionável para ele.
Seu escritório tem vista para o Pacífico e era o local onde ele passava a maior parte do tempo, se inspirando pelo remexer das águas do mar.
A parte que achei mais engraçada na casa foi um banheiro estritamente masculino, onde as paredes e porta foram forradas com fotografias de mulheres nuas.
Seja por causa da História do poeta, da arquitetura do imóvel ou simplesmente para apreciar o mar, lhes digo que esse passeio deve ser feito se você estiver em Santiago.



















terça-feira, 5 de março de 2013

Estância El Quadro Vinícola Chilena

Posso fechar os olhos e me transportar para lá, o ar era fresco e apesar de ser inverno, o dia está lindo, com céu azul e um solzinho quentinho e aconchegante, posso me ver ali, sentada na varanda da enorme fazenda, jogando conversa fora com meu marido e um rapaz muito simpático que conhecemos nesse passeio, e o guia, um adorável senhor chileno que morou no Brasil.
A vista da varanda é linda, posso contemplar os vinhedos, onde se cultiva diversas uvas viníferas, tudo isso regado a Pisco Sour, bebida feita a base de Pisco, limão, açúcar e clara de ovo, o Pisco é uma aguardente de uva. Que paz, a vontade que eu tinha era de ficar ali para sempre.
 
Para essa viajem fechamos apenas o hotel com a CVC e fomos orientados a não fechar nenhum passeio aqui no Brasil, pois certos tipos de programas dependem muito das condições climáticas. Logo que chegamos ao hotel, fomos contactados por uma guia que nos ofereceu alguns passeios e escolhemos os que mais nos agradou, esse passeio a Estância El Quadro era o mais caro, com duração de um dia inteiro, ficamos com dúvida, mas como foi muito bem recomendado, decidimos ir e  todas as expectativas foram superadas.
O passeio foi super exclusivo, apenas três turistas incluindo meu marido e eu, visitamos um museu com bonecos de madeira em tamanho humano simulando o cultivo da uva e a preparação do vinho, Acompanhamos um tipico rodeio chileno e a Cueca dança típica  muito similar a nossa quadrilha.
Há na fazenda um restaurante maravilhoso, onde fomos muito bem atendidos, o almoço já estava incluso e continha, entrada, prato principal e sobremesa, tudo harmonizado com vinhos.
A Estância produz vinhos apenas para aquisição na loja da fazenda, portanto não encontramos os vinhos nas prateleiras do supermercado, uma peninha, porque os vinhos são deliciosos.
 
Espero que tenham gostado.
 
Entrada da Estância El Quadro
Jardim da Estância



Vinhedo

Identificação das uvas

Museu do vinho

Museu do vinho

Eu não gosto muito de rodeios, mas... nesse o boi é encurralado pelos cavalos.

Cueca, Dança Típica Chilena, Similas a Quadrinha Brasileira

Fazenda Estância El Quadro

Restaurante da Estância



Sobremesa de maçã

Varanda da Fazenda

Sobremesa

Restaurante

segunda-feira, 4 de março de 2013

Vinícola Concha Y Toro

Para os amantes de vinho como eu, esse passeio é imperdível, aliás qualquer passeio às vinícolas chilenas é uma experiência muito boa.

Na época em que viajamos nem pensava em escrever para um blog, por isso não tenho muitas fotos de paisagens, na verdade eu e meu esposo aparecemos na maioria delas. Mas como a intenção é que vocês se inspirem de viajar para o Chile, eu acho que dá para o começo. rs

A Concha Y Toro é a principal atração enológica de Santiago, fica no vale Maipo e é bem pertinho do centro da cidade.
Participamos de uma pequena palestra, onde pudemos degustar os vinhos e harmonizá-los com a orientação de enólogos, para mim foi o máximo.
Visitamos a famosa adega Casileiro del Diablo, cuja lenda conta que em 1891,quando o fundador da marca resolveu reservar para si os melhores vinhos das safras de suas vinícolas. Como forma de manter inalteradas as condições de temperatura e unidade, estes vinhos foram guardados ao fundo de uma adega subterrânea. Passado algum tempo ele percebeu que os vinhos desapareciam misteriosamente e descobriu que estavam sendo roubados por pessoas da redondezas. Foi aí que teve a brilhante idéia de espalhar por toda parte que era o próprio diabo quem vivia lá dentro do porão, e não é que a história funcionou, nunca mais sequer uma garrafa sumiu.

O legal é que ao nos contarem essa história o guia apagou todas as luzes, deixando o porão completamente escuro, e ao final ouvimos uma estridente gargalhada. rs assustador!

Esse é um passeio rápido e pode ser feito numa tarde ou manhã livre.
Casilero del Diablo

Casilero del Diablo
Concha Y Toro

Adega Concha Y Toro

Vinícola COncha Y Toro



Dentro da Adega Casilero del Diablo






Chile

Bom dia, pessoal, espero que tenham tido um ótimo fim de semana e que tenham uma semana abençoada por Deus.
 
Essa viagem eu fiz em Setembro de 2011, me apaixonei, tanto pelo povo chileno que foi muito hospitaleiro conosco, quanto pelos grandes atrativos que oferece, é incrível um país onde você pode ir à praia, às cordilheiras e ainda ao Deserto do Atacama e a Patagônia, infelizmente em uma semana que ficamos por lá não deu tempo de conhecer tudo, ficamos hospedados em Santiago e de lá fomos a Vinha Del mar, Vinícola Concha Y Toro, Estância El Quadro, Valparaíso, Portillo.
Espero voltar ao Chile brevemente, mas para fazer Patagônia e deserto do Atacama, fico vendo fotos em outros blogs, e viajando por tabela. rs
 
Para não me estender muito num post só, resolvi dividir por locais visitados, espero que gostem e u adorarei recordar e compartilhar as fotos e dicas com vocês.





Estância El Quadro

sexta-feira, 1 de março de 2013

Viagem dos sonhos, como torná-la realidade em três passos

Li uma matéria muito interessante e resolvi compartilhar com vocês, ela explica bem como fazer o sonho da viajem se tornar possível.
 

Viagem dos sonhos: como torná-la realidade em três passo


afinal, quem aí não gosta de viajar?



Por Pollyana de Moraes


A segunda edição da websérie “Qual o tamanho do seu sonho?” trata de um tema especial para todo mundo, mas todo mundo mesmo. Afinal, quem aí não gosta de viajar ou, pelo menos, de curtir um tempo longe dos lugares comuns?



Como a realidade - por melhor que possa ser - não tem nada de sonhadora, resolvemos buscar com quem entende do assunto as melhores dicas para fazer aquele sonho de viagem sair do pensamento e levantar voo. Confira nossa lista abaixo.


  • 1

    Budget de olho no destino
    Segundo a Associação Brasileira de Viagens (Abav), os três destinos mais procurados por quem visita o exterior pela primeira vez são Estados Unidos, Argentina e França, cada país com uma moeda diferente e mercados de turismo bem distintos. Para quem busca conhecer um dos três ou tem outros lugares em mente, a principal dica é planejar o orçamento com antecedência, já de olho na expectativa de gastos e na conversão da moeda. Outro lembrete! Obter passaporte e vistos também demandam gastos que, juntos, podem somar mais de R$ 400.

    Já as passagens aéreas, como informa a Abav, podem ser compradas com até um ano de antecedência do embarque, tempo suficiente para quitar possíveis parcelas até o dia do voo. No mais, vale a pena criar uma reserva mensal exclusiva para essas despesas, dependendo, claro, do tipo de viagem que se tem em mente.
  • 2

    Checklist em dia = viagem tranquila
    Para que a experiência de viajar não perca o encanto, é preciso muita organização. Depois das tarefas básicas que citamos acima, o melhor a fazer é criar uma checklist para não deixar nada sair do radar. A personal assistant Heloisa Lucia Sundfeld, especialista no assunto, diz o que não pode faltar na lista: 1- Duração da viagem; 2- Valor disponível para gastar no total do “projeto” e por dia; 3- Locais para conhecer; 4- Número de dias em cada lugar; 5- Reserva de hotéis feita com antecedência; 6- Passagens internas e aluguel de carro; 7- Ingressos e passeios; 8- Separação do que foi pago e do que ainda falta pagar.

    Já para quem prefere fechar um pacote com uma agência de viagens, é fundamental ficar de olho nas condições de pagamento e em cada detalhe do contrato: alterações em datas e horários podem gerar multas? O pacote oferece seguro? Os passeios de interesse estão contemplados? Não viaje com dúvidas! Qualquer contratempo que podia ter sido evitado pode acabar saindo caro.
  • 3

    Um pé no sonho, outro na realidade
    Tudo deu certo e, de repente, você já está tirando fotos na torre Eiffel num dia ensolarado? Ok, pode curtir o sonho realizado, mas não se esqueça de que a vida normal estará de volta em breve. “Muitas vezes, preferimos usar o cartão de crédito à vontade. Nesse caso devemos já deixar separado um valor para o pagamento, para não acumular dívidas e ter que pedir um empréstimo para saldar a fatura”, avisa a personal assistant Heloisa Lucia Sundfeld.

    Fonte: http://gnt.globo.com/carreira-e-financas/dicas/Viagem-dos-sonhos--como-torna-la-realidade-em-tres-passos.shtml

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Viajar por conta própria

A segunda etapa de nossa viagem foi para a Suíça, e decidimos que esta faríamos sem a ajuda de nenhuma agência, nós escolhemos os hotéis Ibis, tanto pelo custo benefício quanto pela confiança que depositamos na rede Accor.
Ainda na Itália compramos os bilhetes de trem que sai de Milão para Lucerna, decidimos ficar 3 dias nesta cidade e 3 dias em Berna capital da Suíça.
A escolha dos destinos foi feita meio que as escuras, pesquisamos em alguns blogs e buscamos informações com um amigo Suíço, que nos orientou sobre alguns pontos turísticos das regiões.
Como os hotéis eram localizados perto da estação de trem, não precisamos nem pegar taxi, fomos a pé mesmo.
Como nossa estada na Itália foi muito corrida e cansativa, podemos descansar um pouco, acordar mais tarde e curtir os lugares, com mais calma, dava tempo até para nos sentarmos numa cafeteria e jogar conversa fora tomando chocolate quente, humm, que delícia!
 

Ao meu ponto de vista os Prós:

  1. Administração do tempo acordo com o desejado. 
  2. Liberdade para visitar os lugares com calma.
  3. Sem horários determinados para os passeios
  4. Liberdade para a escolha do hotel
  5. Adequação da viagem ao seu orçamento, podendo optar por Hostels ou estadias mais em conta.
  6. Economia em alguns passeios, já que não é necessário pagar pelo guia.

Ao meu ponto de vista os Contras:

  1.  Senti muita falta de um guia, a língua alemã é muito diferente da nossa, então ficamos um tanto deslocados.
  2. Sentimos falta de orientação sobre onde visitar, como comprar os bilhetes para os passeios.
  3. Falta de orientação sobre os horários de funcionamento do comércio de cada cidade por onde passamos.
  4. Falta de um guia para explicar a História dos lugares.
  5. Por não conhecermos bem as cidades, acabamos deixando de conhecer muitas coisas.
  6. Ficamos 3 dias em cada cidade e achamos que foi muito tempo, 2 dias em Lucerna e 2 em Berna seria o suficiente, talvez se tivéssemos fechado com uma agência teríamos um roteiro mais completo.
  7. O traslado até o aeroporto para a volta deve ser feito por taxi ou ônibus, no nosso caso fomos de ônibus, mas tivemos que arrastar as malas por mais de 1 Km.
  8. Ficamos perdidos quanto aos restaurantes.
O que deve definir a contratação de agência ou não, depende muito do perfil do viajante, se você tem pique para aproveitar ao máximo a viagem, num ritmo frenético, mas com a comodidade de não se preocupar com roteiros, não pegar filas e ter todos os passeios com guia em Português, você deve contratar uma agência.
 
Já se você é aventureiro, não se importa de pedir informações, gosta de ter a liberdade para planejar suas viagens, prefere administrar o tempo na viagem e os seus gastos com hospedagem, podendo escolher entre hotéia mais caros ou mais baratos, então você com certeza vai preferir viajar por conta própria, eu só aconselho que mesmo que viaje por conta, busque a ajuda de um guia local que fale sua língua. Isso foi o que mais senti  falta na Suíça
 
ficamos uma semana em cada país e com certeza conhecemos muito mais lugares viajando com a agência, mas podemos aproveitar preguiçosamente a Suíça, então valeu as duas formas.
 
Se eu fizer uma viagem de uma semana a um país farei certamente com uma agência, se a viagem for de 2 semanas ou mais para países diferentes, farei das duas formas novamente.
 
Espero que as dicas lhe ajude a programar sua próxima viajem

Viajar com agência de turismo

Hoje vou abordar um tema polêmico para os viajantes de plantão, alguns blogs que li e também  alguns amigos afirmam que a melhor forma de viajar é por conta própria por ter a liberdade de se adequar o tempo da viagem aos recursos financeiros disponíveis.
 
Em contra partida alguns, defendem a idéia de viajar com uma agência de viagem devido a comodidade, mesmo que para isso as vezes se tenha um gasto maior, já que é a agência que monta os roteiros, e escolhe os hotéis.
 
Em Dezembro/Janeiro, tive as duas experiências e vou colocar aqui  em dois posts, ao meu ponto de vista as vantagens e desvantagens de uma e de outra.
 
Para a Itália fechamos um pacote com a CVC, já haviamos feito outras viagens com essa agência e sempre gostamos  muito, não fechamos o aéreo com eles, pois conseguimos um bom desconto direto com a Lufthansa.
No Aeroporto de Roma uma simpática guia nos esperava e nos conduziu ao hotel, claro que o serviço não é exclusivo, formou-se um grupo e com esse grupo fizemos todos os passeios, o que as vezes pode ser um martírio, porque sempre tem um que atrasa para sair do hotel ou para voltar do passeio, graças a Deus ficamos com um grupo ótimo, com pessoas muito animadas, simpáticas e muito pontuais.
Todos os passeios eram guiados por alguém que falava português, o que facilitou muito na compreensão da história de cada lugar visitado, somente o passeio ao Jardins do Vaticano não fechamos com a agência e fomos por conta, o problema é que a guia falava em Inglês, e eu que sou lerdinha pra entender, acabei perdendo muita coisa.
Há também a facilidade de o guia comprar todos os ingressos para os passeios, assim você evita de ficar nas filas quilométricas que as vezes demoram metade do dia.
Os passeios tem horário de saída e de chegada, o que acaba limitando um pouco, caso você tenha gostado do lugar e queira ficar mais um pouco, terá que se virar para voltar ao hotel, os roteiros são bem corridos, para que o turista conheça a maior quantidade de pontos turístico possível, otimizando assim o tempo, o que torna a viagem bem cansativa.

Ao meu ponto de vista  os prós são:

  1. Translado do aeroporto ao hotel
  2. A agência escolhe o hotel te oferecendo (na maioria das vezes) maior segurança.
  3. Por fechar pacotes com os hotéis as agências conseguem descontos maiores.
  4. Visitas acompanhadas com guias em português.
  5. facilidade de acesso aos pontos, evitando filas.
  6. Dicas de onde comer, que lugares visitar, onde usar o toilete, como evitar golpistas e assaltantes.
  7. Não precisar dirigir.
  8. Fazer novas amizades.
  9. Não ter que se preocupar com o roteiro

Ao meu ponto de vista os contras são:

  1. Viajar em grupo, nesse caso tivemos sorte, as pessoas eram legais, mas pode acontecer de não serem.
  2. Horários para sair para os passeios muito cedo
  3. Roteiro corrido, tornando a viagem bem cansativa.
  4. Seguir o grupo e não ter muita autonomia de onde ir.
  5. Horário para voltar dos passeios, se você gostou muito do lugar e quiser ficar mais, terá que se virar para voltar ao hotel. 
Logo mais conto pra vocês a minha experiência viajando  por conta para a Suíça.